Região dos Lagos e Norte Fluminense

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Sexta-feira , 18 de May 2012
  • Os trabalhadores devem ser respeitados

    O trabalho está presente em todas as Sociedades e em todos os tempos. É ele que comanda as pulsações sociais, econômicas e políticas de nossa vida, e por que não dizer, o que forja nossa armadura cultural. Afinal, nossos desejos, gostos e vontades são manipulados ao extremo em uma Sociedade alimentada pela força motriz da produção.

    O ser humano transforma a sua realidade por meio do trabalho individualizado ou coletivo que repercutirá em um bem social, pois ao realizar sua atividade, o homem se relaciona com outros, e, nessa relação, estabelece a base do convívio social. Visto dessa forma, o trabalho é um ato social, pleno de liberdade e direito.

    Excluir os trabalhadores da participação na construção de direitos trabalhistas são atitudes autoritárias e anti-democráticas, uma vez que comete-se abusos e ilegalidades, além de provocar interferências no equilíbrio social. Uma Sociedade só será justa se houver trabalhadores livres.

    Os Servidores Municipais, trabalhadores do Quadro Efetivo da Prefeitura, vem sofrendo com o descaso do Prefeito Municipal, pois o mesmo negligencia a regulamentação do Estatuto dos Servidores e a criação do Plano de Cargos e Carreiras. A ASFAB, por diversas vezes, solicitou ao Executivo soluções para as reivindicações dos Funcionários Públicos; porém, a Lei não foi respeitada e os Servidores Públicos foram tratados como sub-cidadãos, como pessoas desprovidas de direitos.

    Vivemos em um País que permite aos trabalhadores a participação coletiva de seus interesses. A nossa Lei Orgânica Municipal concede o direito à participação do funcionalismo municipal na elaboração do Plano de Carreiras, através de sua entidade representativa. A tarefa de ditar as normas do trabalho decorre da ação conjunta de todos os envolvidos e não apenas da omissão e da ação unilateral do Executivo. Os Servidores detêm conhecimentos de grande valor para serem agregados às normas funcionais, uma vez que os mesmos conhecem bem os aspectos técnicos e por meio das experiências do dia-a-dia, das reais necessidades daquela função.

    Há Direitos dos Servidores, constituídos em Lei que devem ser respeitados pelo Poder Executivo, porém não estão sendo cumpridos, tais como: Licença-prêmio, Licença-sem-vencimentos. A Guarda Municipal e o outros Servidores já sofrem com a falta do vale-transporte, essencial para o deslocamento casa-trabalho.A ASFAB já está cobrando este direito fundamental dos trabalhadores bem como solicitando o abono da faltas decorrentes do mesmo.

    É necessário dizer que as reivindicações da ASFAB é a defesa de uma administração pública livre de interferências de políticos corruptos e governos autoritários. Podemos afirmar que a implantação do Plano de Cargos e Carreiras produzirá benefícios para toda a Sociedade.  

     

    Carlos Pereira da Silva                                    Milton Pinheiro Filho

    Diretor Assistencial                                          Vice-Presidente

     

     

    Avisos: O atendimento jurídico da ASFAB acontece todas as segundas-feiras, a partir das 15:30h.

    A ASFAB é solidária com todos os Servidores que sofrem algum tipo de perseguição política e repudia tal prática colocando-se à disposição para tomada de providências.

    A ASFAB é solidária com os trabalhadores da REVAP da construção civil do Vale do Paraíba e do Litoral Norte (São Paulo) que foram violentamente agredidos por um bando armado e encapuzados. E denunciamos às autoridades competentes do País que possam apurar e punir os responsáveis pela agressão aos trabalhadores.

     

     

     

     

     

     

    29-08-2008 00:00:00

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  • Os trabalhadores devem ser respeitados

    O trabalho está presente em todas as Sociedades e em todos os tempos. É ele que comanda as pulsações sociais, econômicas e políticas de nossa vida, e por que não dizer, o que forja nossa armadura cultural. Afinal, nossos desejos, gostos e vontades são manipulados ao extremo em uma Sociedade alimentada pela força motriz da produção.

    O ser humano transforma a sua realidade por meio do trabalho individualizado ou coletivo que repercutirá em um bem social, pois ao realizar sua atividade, o homem se relaciona com outros, e, nessa relação, estabelece a base do convívio social. Visto dessa forma, o trabalho é um ato social, pleno de liberdade e direito.

    Excluir os trabalhadores da participação na construção de direitos trabalhistas são atitudes autoritárias e anti-democráticas, uma vez que comete-se abusos e ilegalidades, além de provocar interferências no equilíbrio social. Uma Sociedade só será justa se houver trabalhadores livres.

    Os Servidores Municipais, trabalhadores do Quadro Efetivo da Prefeitura, vem sofrendo com o descaso do Prefeito Municipal, pois o mesmo negligencia a regulamentação do Estatuto dos Servidores e a criação do Plano de Cargos e Carreiras. A ASFAB, por diversas vezes, solicitou ao Executivo soluções para as reivindicações dos Funcionários Públicos; porém, a Lei não foi respeitada e os Servidores Públicos foram tratados como sub-cidadãos, como pessoas desprovidas de direitos.

    Vivemos em um País que permite aos trabalhadores a participação coletiva de seus interesses. A nossa Lei Orgânica Municipal concede o direito à participação do funcionalismo municipal na elaboração do Plano de Carreiras, através de sua entidade representativa. A tarefa de ditar as normas do trabalho decorre da ação conjunta de todos os envolvidos e não apenas da omissão e da ação unilateral do Executivo. Os Servidores detêm conhecimentos de grande valor para serem agregados às normas funcionais, uma vez que os mesmos conhecem bem os aspectos técnicos e por meio das experiências do dia-a-dia, das reais necessidades daquela função.

    Há Direitos dos Servidores, constituídos em Lei que devem ser respeitados pelo Poder Executivo, porém não estão sendo cumpridos, tais como: Licença-prêmio, Licença-sem-vencimentos. A Guarda Municipal e o outros Servidores já sofrem com a falta do vale-transporte, essencial para o deslocamento casa-trabalho.A ASFAB já está cobrando este direito fundamental dos trabalhadores bem como solicitando o abono da faltas decorrentes do mesmo.

    É necessário dizer que as reivindicações da ASFAB é a defesa de uma administração pública livre de interferências de políticos corruptos e governos autoritários. Podemos afirmar que a implantação do Plano de Cargos e Carreiras produzirá benefícios para toda a Sociedade.  

     

    Carlos Pereira da Silva                                    Milton Pinheiro Filho

    Diretor Assistencial                                          Vice-Presidente

     

     

    Avisos: O atendimento jurídico da ASFAB acontece todas as segundas-feiras, a partir das 15:30h.

    A ASFAB é solidária com todos os Servidores que sofrem algum tipo de perseguição política e repudia tal prática colocando-se à disposição para tomada de providências.

    A ASFAB é solidária com os trabalhadores da REVAP da construção civil do Vale do Paraíba e do Litoral Norte (São Paulo) que foram violentamente agredidos por um bando armado e encapuzados. E denunciamos às autoridades competentes do País que possam apurar e punir os responsáveis pela agressão aos trabalhadores.

     

     

     

     

     

     

    29-08-2008 00:00:00

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  • Coação político-eleitoral pode configurar assédio moral

    As Eleições Municipais devem refletir a vontade popular; para isso ocorrer, os Cidadãos devem ser livres para expressar suas opiniões e escolher seus candidatos. A construção democrática depende de alicerces institucionais fortes para evitar que a vontade de uma pessoa e/ou de um grupo aja unilateralmente, obrigando a outro (s) que lhe obedeçam como se alienadado(s) fosse(m ).

    A Constituição Federal, em seu Artigo 1º, Incisos II e III, reza: “A República Federativa do Brasil, formada pela União indissolúvel dos Estados e Municípios e do Distrito Federal, constitui-se em Estado Democrático de Direito e tem como fundamentos: (...) a cidadania e a dignidade da pessoa humana; (...)”.

     A importância de fazermos tal reflexão neste momento eleitoral, são as atitudes que possam  vir a ultrapassar o bom senso em busca do Sufrágio.Todos nós sabemos que o voto é livre, assim como a Democracia se constitui fundamentalmente em função das liberdades individuais.

    Todos nós sabemos que todo o dinheiro arrecadado pelos poderes da União, são de direito, recursos públicos. Desta forma, este mesmo dinheiro deve ser revertido em Serviços Públicos para beneficiar toda a Sociedade.Portanto, não podemos admitir que ninguém se aproprie destes mesmos recursos que mantêm a Administração Pública e usá-los como moeda de troca eleitoral.

    A Constituição Federal é a base de sustentação do Estado Democrático de Direito. Assim comoLeis, há transgressores. Então se há Eleições Democráticas (que obedecem às Leis) , pode haver Eleições contrárias a Democracia.

    A ASFAB está atenta para qualquer tipo de movimentos contrários a liberdade do cidadão e se prontifica a dar todo apoio aos seus associados que por ventura venham a sofrer qualquer tipo de coação ou assédio moral.

    A ASFAB contribui para a cidadania e a dignidade da pessoa humana, defendendo sempre a liberdade individual. Repudiamos com veemência quaisquer atos que venham ferir estes princípios Constitucionais.

     

    Carlos Pereira da Silva                                 Milton Pinheiro Filho

    Diretor Assistencial                                       Vice-presidente

     

    Aviso:   O atendimento jurídico da ASFAB será todas às Segundas-feiras, a partir das 15.30h.

     

     

     

    22-08-2008 00:00:00

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  • Coação político-eleitoral pode configurar assédio moral

    As Eleições Municipais devem refletir a vontade popular; para isso ocorrer, os Cidadãos devem ser livres para expressar suas opiniões e escolher seus candidatos. A construção democrática depende de alicerces institucionais fortes para evitar que a vontade de uma pessoa e/ou de um grupo aja unilateralmente, obrigando a outro (s) que lhe obedeçam como se alienadado(s) fosse(m ).

    A Constituição Federal, em seu Artigo 1º, Incisos II e III, reza: “A República Federativa do Brasil, formada pela União indissolúvel dos Estados e Municípios e do Distrito Federal, constitui-se em Estado Democrático de Direito e tem como fundamentos: (...) a cidadania e a dignidade da pessoa humana; (...)”.

     A importância de fazermos tal reflexão neste momento eleitoral, são as atitudes que possam  vir a ultrapassar o bom senso em busca do Sufrágio.Todos nós sabemos que o voto é livre, assim como a Democracia se constitui fundamentalmente em função das liberdades individuais.

    Todos nós sabemos que todo o dinheiro arrecadado pelos poderes da União, são de direito, recursos públicos. Desta forma, este mesmo dinheiro deve ser revertido em Serviços Públicos para beneficiar toda a Sociedade.Portanto, não podemos admitir que ninguém se aproprie destes mesmos recursos que mantêm a Administração Pública e usá-los como moeda de troca eleitoral.

    A Constituição Federal é a base de sustentação do Estado Democrático de Direito. Assim comoLeis, há transgressores. Então se há Eleições Democráticas (que obedecem às Leis) , pode haver Eleições contrárias a Democracia.

    A ASFAB está atenta para qualquer tipo de movimentos contrários a liberdade do cidadão e se prontifica a dar todo apoio aos seus associados que por ventura venham a sofrer qualquer tipo de coação ou assédio moral.

    A ASFAB contribui para a cidadania e a dignidade da pessoa humana, defendendo sempre a liberdade individual. Repudiamos com veemência quaisquer atos que venham ferir estes princípios Constitucionais.

     

    Carlos Pereira da Silva                                 Milton Pinheiro Filho

    Diretor Assistencial                                       Vice-presidente

     

    Aviso:   O atendimento jurídico da ASFAB será todas às Segundas-feiras, a partir das 15.30h.

     

     

     

    22-08-2008 00:00:00

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  • Conselhos Municipais: O Poder da Sociedade

                              

     

    Eleição. A Sociedade Buziana  mobiliza-se para escolher seu Governante. As pessoas exercem sua Cidadania com muita responsabilidade social; outras, infelizmente são aliciadas pela cultura de compra de votos e favorecimentos de cargos Públicos. Como alcançar uma Sociedade justa? A organização social é o fio condutor para essa nova Sociedade.

    Há uma crença e uma consciência muito sincera no voto. Defendemos a sua utilização  como meio de designar quem governará nossa Cidade. O voto é tão democrático que tanto um rico quanto um pobre tem o mesmo valor para manifestar a sua vontade ou opinião num ato eleitoral. O sufrágio concede ao Eleitor total liberdade parta escolher o candidato A ou B ou C, além de decidir se em branco ou nulo. Por permitir uma soberania à vontade popular, legitimamos o voto como uma ação plenamente democrática. Porém, diante desses fatos, não podemos considerá-lo como única ferramenta da Democracia. A nossa responsabilidade social não termina com o voto; mas sim, começa com ele. Há muito mais o que devemos fazer para legitimar os anseios da Sociedade.

    A Democracia é filha da Cidadania. O exercício da Cidadania gera Democracia. Não existe Democracia sem Cidadania. A realidade de uma é a existência da outra. Cidadania pressupõe organização coletiva frente aos desafios comuns. Pelo  senso comum  Democracia é o Direito da maioria pelo da minoria. Mas, o que vemos na prática, uma minoria (organizada) controla o poder sobre uma maioria (desorganizada). São pequenos grupos que tomam o poder e usufruem de privilégios em detrimento da maioria. É preciso que o Poder da Democracia esteja sob controle de todas as  minorias e não apenas de uma minoria. A organização da Sociedade é uma das formas democráticas para exercer o controle social. As Sociedades que apresentam os melhores índices de desenvolvimento humano (IDH) são aquelas que permitem a participação popular. Como forma de participar ativamente de nossa Comunidade, temos um leque de opções, por meio dos quais poderemos reivindicar nossos direitos: Grêmio Estudantil, Associações, Conselhos Municipais, etc.

    Os Conselhos Municipais são co-gestores das Políticas Públicas; são espaços que pertencem a Sociedade. Os Conselhos nos permitem escolher o que é melhor para nossa Cidade. A participação popular nos Conselhos servirá como instrumento democrático com a finalidade de fiscalizar , normatizar, deliberar e prestar consultoria, objetivando basicamente o estabelecimento, acompanhamento e avaliação das Políticas Municipais.

    A ASFAB está levantado a bandeira da Participação Popular, pois vivemos em um País Democrático e queremos que o nosso Município alcance os melhores índices de desenvolvimento humano. Queremos Saúde digna, Educação de qualidade e que haja melhor distribuição de renda. Para isso, é necessário que haja participação direta da Sociedade nos Conselhos Municipais.  

      

    Carlos Pereira da Silva – Diretor Assitencial

     

    Aviso: Excepcionalmente nesta sexta-feira (1/8/2008)  o Advogado da Asfab não estará presente em nossa Sede.

    8/2008)

     

    01-08-2008 00:00:00

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  • Conselhos Municipais: O Poder da Sociedade

                              

     

    Eleição. A Sociedade Buziana  mobiliza-se para escolher seu Governante. As pessoas exercem sua Cidadania com muita responsabilidade social; outras, infelizmente são aliciadas pela cultura de compra de votos e favorecimentos de cargos Públicos. Como alcançar uma Sociedade justa? A organização social é o fio condutor para essa nova Sociedade.

    Há uma crença e uma consciência muito sincera no voto. Defendemos a sua utilização  como meio de designar quem governará nossa Cidade. O voto é tão democrático que tanto um rico quanto um pobre tem o mesmo valor para manifestar a sua vontade ou opinião num ato eleitoral. O sufrágio concede ao Eleitor total liberdade parta escolher o candidato A ou B ou C, além de decidir se em branco ou nulo. Por permitir uma soberania à vontade popular, legitimamos o voto como uma ação plenamente democrática. Porém, diante desses fatos, não podemos considerá-lo como única ferramenta da Democracia. A nossa responsabilidade social não termina com o voto; mas sim, começa com ele. Há muito mais o que devemos fazer para legitimar os anseios da Sociedade.

    A Democracia é filha da Cidadania. O exercício da Cidadania gera Democracia. Não existe Democracia sem Cidadania. A realidade de uma é a existência da outra. Cidadania pressupõe organização coletiva frente aos desafios comuns. Pelo  senso comum  Democracia é o Direito da maioria pelo da minoria. Mas, o que vemos na prática, uma minoria (organizada) controla o poder sobre uma maioria (desorganizada). São pequenos grupos que tomam o poder e usufruem de privilégios em detrimento da maioria. É preciso que o Poder da Democracia esteja sob controle de todas as  minorias e não apenas de uma minoria. A organização da Sociedade é uma das formas democráticas para exercer o controle social. As Sociedades que apresentam os melhores índices de desenvolvimento humano (IDH) são aquelas que permitem a participação popular. Como forma de participar ativamente de nossa Comunidade, temos um leque de opções, por meio dos quais poderemos reivindicar nossos direitos: Grêmio Estudantil, Associações, Conselhos Municipais, etc.

    Os Conselhos Municipais são co-gestores das Políticas Públicas; são espaços que pertencem a Sociedade. Os Conselhos nos permitem escolher o que é melhor para nossa Cidade. A participação popular nos Conselhos servirá como instrumento democrático com a finalidade de fiscalizar , normatizar, deliberar e prestar consultoria, objetivando basicamente o estabelecimento, acompanhamento e avaliação das Políticas Municipais.

    A ASFAB está levantado a bandeira da Participação Popular, pois vivemos em um País Democrático e queremos que o nosso Município alcance os melhores índices de desenvolvimento humano. Queremos Saúde digna, Educação de qualidade e que haja melhor distribuição de renda. Para isso, é necessário que haja participação direta da Sociedade nos Conselhos Municipais.  

      

    Carlos Pereira da Silva – Diretor Assitencial

     

    Aviso: Excepcionalmente nesta sexta-feira (1/8/2008)  o Advogado da Asfab não estará presente em nossa Sede.

    8/2008)

     

    01-08-2008 00:00:00

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  • O Grupo Perseverança de Apoio ao Portador de Hepatite C, organização civil sem fins políticos e lucrativos, conseguiu na primeira quinzena de julho com a empresa farmacêutica Roche, a doação de 150 kits de teste rápido, com resultado imediato, para detect

    *Empreguismo: Tendência para dar empregos públicos à larga, por conveniências políticas.

    *Emprego: Função; cargo; aplicação; serviço público.

     

    A Sociedade Buziana lutou pela Emancipação Política para ter autonomia nas buscas de soluções para seus problemas. Um dos graves problemas sociais em nosso Município é o desemprego. Convém destacar que a falta de empregos é conseqüência ( e não causa) da maneira como organizamos nossa vida social, ou seja, o desemprego está diretamente ligado ao(s) tipo(s) de político(s) que elegemos e o modo como esses agentes cuidam da gestão pública; e, estendendo nossa percepção,  à cultura de compra de votos.

    A compra de votos é uma prática nociva, malígna para a nossa Sociedade porque aniquila as pessoas e retira-lhes o que há de maior valor em suas vidas: a autonomia, a vontade própria, o livre-arbítrio. A pessoa fica refém daquele “político” que o subordina à mera coisa, à simples objeto. O ser humano foi criado para ser livre, para ser autor de suas próprias decisões. Um pai ou uma mãe não gostariam de ver seus filhos se vendendo. Então, por que os adultos se vendem em época de Eleição? Como exercer a cidadania, se formos comprados, assim como se compram escravos? Será que vamos continuar dominados como no tempo da escravidão no Brasil? Para o escravo não havia outra saída. Ele estava preso. Alguém iria comprá-lo. Existem “políticos” que compram votos de diversas formas: oferecem remédios, facilitam cirurgias, regularizam documentação, dão materiais de construção, oferecem “empregos” na Prefeitura, dão dentaduras, etc. Há políticos que ameaçam os trabalhadores, amendrotando-lhes com a perda de seus empregos, caso não votem nele. O objetivo dessa classe é manter essas pessoas sob o seu poder e empobrecê-las cada vez mais.

    O que fazer para alcançarmos uma melhor qualidade de vida e vivermos numa Sociedade Livre?

    Um ponto a destacar  é a nossa dependência total à  Prefeitura. A nossa Economia não pode ficar refém de royalties, verbas públicas e empreguismos. A Cidade tem potencial para produzir riquezas.  Devemos valorizar os trabalhadores, trazendo cursos que venham qualificá-los; precisamos  apoiar  os empreendedores; é necessário melhorar nossa infra-estrutura para que os nossos comerciantes e empresários possam movimentar a nossa Economia. Precisamos olhar à nossa volta e valorizar o nosso ambiente natural e cultural. A nossa Natureza é próspera com uma diversidade de Ecossistemas. O Mangue de Pedra, raríssimo; os Costões Rochosos nos permitem decifrar o nascimento da Terra; possuímos Dunas, Lagoas, Praias maravilhosas. Não podemos deixar de falar de nossa arquitetura, da importância Histórica de nossos Bairros, de nossa gente, de nossos contos e cantigas populares que são fontes riquíssimas para desenvolver uma vida sustentável para a nossa Comunidade.

    O desenvolvimento de nosso Município passa pela valorização de nossa Natureza, de nossa Cultura, de nosso Trabalho.  Por isso, é necessário termos um posicionamento firme contra o falso discurso desses “políticos” aproveitadores. Precisamos organizar a Prefeitura com uma Estrutura Administrativa imune às ações de grupos interessados em seus próprios negócios. A ASFAB oferece à Sociedade o Plano de Cargos e Carreiras pois o mesmo regulamentará todos os Setores Administrativos da Prefeitura. Através do Plano de Cargos e Carreiras, os Servidores Públicos terão poderes legais para evitar que “políticos” se beneficiem pelas práticas de corrupção.

    A ASFAB entende que o empreguismo empobrece as pessoas e não possibilita uma verdadeira emancipação política na vida de todos nós. O empreguismo, além de não gerar riquezas gera lucros a políticos inescrupulosos. Nós queremos empregos que dêem dignidade aos trabalhadores. Defendemos Políticas Públicas e a organização social de todos os Setores da Sociedade, para, coletivamente, buscarmos soluções para nossos problemas sociais. O desenvolvimento da totalidade de nosso Município é a solução para conquistarmos e assegurarmos nossos empregos.

     

     

    Carlos Pereira da Silva                                         Osmane Simas

    Diretor Assistencial                                                  Presidente

     

    Agradecemos a todos que estiveram presente na inauguração da nova sede da ASFAB.

    Aviso:A nova sede da ASFAB se encontra à Rua da Usina, em frente à Prefeitura.

     

    Servidores, mais  alvarás referentes ao FGTS estão prestes a sair. Fiquem atentos!

     

    Servidores que entraram com pedido de Licença-Prêmio, procurem a ASFAB para defender seus Direitos.

    25-07-2008 00:00:00

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  • O Grupo Perseverança de Apoio ao Portador de Hepatite C, organização civil sem fins políticos e lucrativos, conseguiu na primeira quinzena de julho com a empresa farmacêutica Roche, a doação de 150 kits de teste rápido, com resultado imediato, para detect

    *Empreguismo: Tendência para dar empregos públicos à larga, por conveniências políticas.

    *Emprego: Função; cargo; aplicação; serviço público.

     

    A Sociedade Buziana lutou pela Emancipação Política para ter autonomia nas buscas de soluções para seus problemas. Um dos graves problemas sociais em nosso Município é o desemprego. Convém destacar que a falta de empregos é conseqüência ( e não causa) da maneira como organizamos nossa vida social, ou seja, o desemprego está diretamente ligado ao(s) tipo(s) de político(s) que elegemos e o modo como esses agentes cuidam da gestão pública; e, estendendo nossa percepção,  à cultura de compra de votos.

    A compra de votos é uma prática nociva, malígna para a nossa Sociedade porque aniquila as pessoas e retira-lhes o que há de maior valor em suas vidas: a autonomia, a vontade própria, o livre-arbítrio. A pessoa fica refém daquele “político” que o subordina à mera coisa, à simples objeto. O ser humano foi criado para ser livre, para ser autor de suas próprias decisões. Um pai ou uma mãe não gostariam de ver seus filhos se vendendo. Então, por que os adultos se vendem em época de Eleição? Como exercer a cidadania, se formos comprados, assim como se compram escravos? Será que vamos continuar dominados como no tempo da escravidão no Brasil? Para o escravo não havia outra saída. Ele estava preso. Alguém iria comprá-lo. Existem “políticos” que compram votos de diversas formas: oferecem remédios, facilitam cirurgias, regularizam documentação, dão materiais de construção, oferecem “empregos” na Prefeitura, dão dentaduras, etc. Há políticos que ameaçam os trabalhadores, amendrotando-lhes com a perda de seus empregos, caso não votem nele. O objetivo dessa classe é manter essas pessoas sob o seu poder e empobrecê-las cada vez mais.

    O que fazer para alcançarmos uma melhor qualidade de vida e vivermos numa Sociedade Livre?

    Um ponto a destacar  é a nossa dependência total à  Prefeitura. A nossa Economia não pode ficar refém de royalties, verbas públicas e empreguismos. A Cidade tem potencial para produzir riquezas.  Devemos valorizar os trabalhadores, trazendo cursos que venham qualificá-los; precisamos  apoiar  os empreendedores; é necessário melhorar nossa infra-estrutura para que os nossos comerciantes e empresários possam movimentar a nossa Economia. Precisamos olhar à nossa volta e valorizar o nosso ambiente natural e cultural. A nossa Natureza é próspera com uma diversidade de Ecossistemas. O Mangue de Pedra, raríssimo; os Costões Rochosos nos permitem decifrar o nascimento da Terra; possuímos Dunas, Lagoas, Praias maravilhosas. Não podemos deixar de falar de nossa arquitetura, da importância Histórica de nossos Bairros, de nossa gente, de nossos contos e cantigas populares que são fontes riquíssimas para desenvolver uma vida sustentável para a nossa Comunidade.

    O desenvolvimento de nosso Município passa pela valorização de nossa Natureza, de nossa Cultura, de nosso Trabalho.  Por isso, é necessário termos um posicionamento firme contra o falso discurso desses “políticos” aproveitadores. Precisamos organizar a Prefeitura com uma Estrutura Administrativa imune às ações de grupos interessados em seus próprios negócios. A ASFAB oferece à Sociedade o Plano de Cargos e Carreiras pois o mesmo regulamentará todos os Setores Administrativos da Prefeitura. Através do Plano de Cargos e Carreiras, os Servidores Públicos terão poderes legais para evitar que “políticos” se beneficiem pelas práticas de corrupção.

    A ASFAB entende que o empreguismo empobrece as pessoas e não possibilita uma verdadeira emancipação política na vida de todos nós. O empreguismo, além de não gerar riquezas gera lucros a políticos inescrupulosos. Nós queremos empregos que dêem dignidade aos trabalhadores. Defendemos Políticas Públicas e a organização social de todos os Setores da Sociedade, para, coletivamente, buscarmos soluções para nossos problemas sociais. O desenvolvimento da totalidade de nosso Município é a solução para conquistarmos e assegurarmos nossos empregos.

     

     

    Carlos Pereira da Silva                                         Osmane Simas

    Diretor Assistencial                                                  Presidente

     

    Agradecemos a todos que estiveram presente na inauguração da nova sede da ASFAB.

    Aviso:A nova sede da ASFAB se encontra à Rua da Usina, em frente à Prefeitura.

     

    Servidores, mais  alvarás referentes ao FGTS estão prestes a sair. Fiquem atentos!

     

    Servidores que entraram com pedido de Licença-Prêmio, procurem a ASFAB para defender seus Direitos.

    25-07-2008 00:00:00

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  • ASFAB: Fortalecendo a Democracia

    A ASFAB é uma Instituição Social cuja finalidade é defender o direito dos Servidores Públicos à Participação nas elaborações e decisões da Administração Pública a fim de beneficiar a Sociedade como um todo.

    O Município de Armação dos Búzios vivencia a sua emancipação política e busca através dos meios democráticos seu modo de resolver seus problemas sociais; uma dessas maneiras está vinculada às Eleições Municipais. Podemos entender que a representação política é a participação popular por meio do voto e que essa prática democrática é reflexo do anseio dos cidadãos em busca das melhorias para sua Cidade. Temos experimentado esse desafio eleitoral, e, mesmo com todas as contradições inerentes a esse processo, verificamos alguma evolução, no sentido de se respeitar a vontade popular.

    Mas como entender uma Sociedade Democrática com contradições sociais tão gritantes? Como podemos permitir que a injustiça seja legalmente instituída? Afinal, que Democracia é essa?

    Há na prática e nas idéias democráticas uma profundidade e uma verdade muito maiores e superiores ao nosso atual realismo democrático. Há muita coisa que podemos descobrir e exercitar para alcançarmos o ideal democrático.

    Podemos caracterizar a Democracia como ultrapassando a simples idéia de um regime político (vinculado ao voto), tomando-a como forma geral de uma Sociedade Participativa. Para isso, a Sociedade precisa se organizar, ter autonomia e buscar, coletivamente, o bem comum.

    Precisamos perceber que a Democracia Representativa é o ponto inicial de uma evolução democrática que necessariamente passa pela Democracia Participativa, ou seja é indispensável participarmos diretamente, por meio das Entidades Sociais, de todas as questões sociais para que possamos alcançar plenamente a Democracia.

    A ASFAB tem a Missão de fortalecer a Democracia porque entendemos que todos nós somos responsáveis pela nossa condição Social. Por isso, temos defendido a nossa participação ao Plano de Cargos e Carreiras, pois a Lei Orgânica Municipal nos dá esse Direito; e, como já foi dito anteriormente, a participação é um princípio democrático. (artigo 119 da Lei Orgânica Municipal Aos Servidores Municipais ficam assegurados, além de outros que a Lei estabelecer, os seguintes direitos: inciso XXV – plano de Carreira, a ser elaborada com a participação do funcionalismo Municipal, através de suas entidades representativa). Toda atividade democrática pressupõe a intervenção de todos os envolvidos. Afinal, Direito não é dado; é conquistado.

    Servidores, conquistem seus Direitos! Juntem-se à ASFAB e lutem conosco para alcançarmos, com nossos trabalhos, os nossos Direitos.

    aviso: A asfab está com nova sede, à rua da usina, nº23, campo da s.e.b.e., em frente à prefeitura.

    Assembléia Geral na nova sede da asfab às 17h., sexta-feira, dia 18 de julho de 2008.

    Festa de inauguração da nova sede da asfab às h, sexta-feira, dia 18 de julho de 2008.

    Por motivo de inauguraçao da nova sede da asfab, nosso atendimento ao público será até às 12h.

    18-07-2008 00:00:00

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  • ASFAB: Fortalecendo a Democracia

    A ASFAB é uma Instituição Social cuja finalidade é defender o direito dos Servidores Públicos à Participação nas elaborações e decisões da Administração Pública a fim de beneficiar a Sociedade como um todo.

    O Município de Armação dos Búzios vivencia a sua emancipação política e busca através dos meios democráticos seu modo de resolver seus problemas sociais; uma dessas maneiras está vinculada às Eleições Municipais. Podemos entender que a representação política é a participação popular por meio do voto e que essa prática democrática é reflexo do anseio dos cidadãos em busca das melhorias para sua Cidade. Temos experimentado esse desafio eleitoral, e, mesmo com todas as contradições inerentes a esse processo, verificamos alguma evolução, no sentido de se respeitar a vontade popular.

    Mas como entender uma Sociedade Democrática com contradições sociais tão gritantes? Como podemos permitir que a injustiça seja legalmente instituída? Afinal, que Democracia é essa?

    Há na prática e nas idéias democráticas uma profundidade e uma verdade muito maiores e superiores ao nosso atual realismo democrático. Há muita coisa que podemos descobrir e exercitar para alcançarmos o ideal democrático.

    Podemos caracterizar a Democracia como ultrapassando a simples idéia de um regime político (vinculado ao voto), tomando-a como forma geral de uma Sociedade Participativa. Para isso, a Sociedade precisa se organizar, ter autonomia e buscar, coletivamente, o bem comum.

    Precisamos perceber que a Democracia Representativa é o ponto inicial de uma evolução democrática que necessariamente passa pela Democracia Participativa, ou seja é indispensável participarmos diretamente, por meio das Entidades Sociais, de todas as questões sociais para que possamos alcançar plenamente a Democracia.

    A ASFAB tem a Missão de fortalecer a Democracia porque entendemos que todos nós somos responsáveis pela nossa condição Social. Por isso, temos defendido a nossa participação ao Plano de Cargos e Carreiras, pois a Lei Orgânica Municipal nos dá esse Direito; e, como já foi dito anteriormente, a participação é um princípio democrático. (artigo 119 da Lei Orgânica Municipal Aos Servidores Municipais ficam assegurados, além de outros que a Lei estabelecer, os seguintes direitos: inciso XXV – plano de Carreira, a ser elaborada com a participação do funcionalismo Municipal, através de suas entidades representativa). Toda atividade democrática pressupõe a intervenção de todos os envolvidos. Afinal, Direito não é dado; é conquistado.

    Servidores, conquistem seus Direitos! Juntem-se à ASFAB e lutem conosco para alcançarmos, com nossos trabalhos, os nossos Direitos.

    aviso: A asfab está com nova sede, à rua da usina, nº23, campo da s.e.b.e., em frente à prefeitura.

    Assembléia Geral na nova sede da asfab às 17h., sexta-feira, dia 18 de julho de 2008.

    Festa de inauguração da nova sede da asfab às h, sexta-feira, dia 18 de julho de 2008.

    Por motivo de inauguraçao da nova sede da asfab, nosso atendimento ao público será até às 12h.

    18-07-2008 00:00:00

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