Região dos Lagos e Norte Fluminense

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Quarta-feira , 16 de Apr 2014

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Búzios, terra de ninguém?

"André Granado transformou Búzios numa grande mentira", diz a Rede Bandeirantes de Televisão em programa que foi ao ar na quinta-feira (10)

>>opinião

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A lição do velho pescador

José Carlos Alcântara é consultor de empresas e colaborador do jornal Primeira Hora

>>turismo

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"Vamos inundar os ônibus da 1001 com o Mapa de Vantagens"

A partir de 1º de maio, durante todo o período de realização da Copa do Mundo de 2014, o Mapa de Vantagens do Búzios Convention será distribuído no embarque dos ônibus da 1001 para Búzios, na Rodoviária Novo Rio e nos aeroportos Santos Dumont e Tom Jobim. A ideia é estimular os turistas que vão visitar o destino a usufruírem de inúmeras vantagens e assim permanecerem mais tempo na Cidade

>>búzios

Alguma coisa está fora da ordem
Prefeito de Búzios quer subverter a ordem e envia projeto ao Legislativo para dar novo entendimento sobre a transferência do cargo ao vice prefeito em caso de ausência

Funcionária do Banco do Brasil é vitima de Racismo em Búzios

 Na tarde de segunda-feira (07) por volta das 15h30 uma turista, que alegava ser funcionária pública federal, que se apresentava no Banco do Brasil de Búzios como Maria Aparecida tentava resolver uma transação de transferência para pagamento de uma pousada em que ela passava as férias na Cidade com o seu filho. O valor ultrapassava seu limite de transferência, daí a dificuldade.

Maria Aparecida se dirigiu a gerente de serviços, Martha Santos Correia, e alegava que queria uma solução para o problema, pois já era a terceira vez que estava ali para resolver. A funcionária alegava a impossibilidade de solucionar o problema naquele momento, e, os ânimos se exaltaram, levando em conta o tom agressivo e aos gritos que a cliente se dirigia a ela, quando na discussão, a cliente se dirigiu a funcionária do banco alegando que não ‘era nenhuma negrinha de cabelo duro que estava ali não’.

Martha que é negra sentiu-se atingida com tal direcionamento da fala. Funcionários então chamaram a segurança do banco tentando apaziguar os ânimos; mas Maria Aparecida parecia fora de controle, aos gritos falava contra a funcionária e a própria agência e demais funcionários, mesmo depois do gerente geral Ronaldo Dias, ter resolvido seu problema, sendo necessária a intervenção policial feita pelo Sargento Furriel e o Cabo Moraes; que depois de muita insistência e tendo inclusive de ameaçar a autora da atitude racista de prisão, pois mesmo do lado de fora do banco à mesma se negava a se encaminhar para a delegacia e apresentar seus documentos de identificação.

-Se ela esteve aqui e não conseguiu resolver o problema, não foi por falta de empenho nosso, mas confesso aquela atitude agressiva, racista, me surpreendeu, e fatos como esse, devem ser tratados na delegacia, isso é caso de policia – falou Martha.

Após todos serem conduzidos para a 127-DP/Búzios Maria Aparecida foi autuada por injuria racial - Art. 140 - parágrafo 3º - do Código Penal Brasileiro se condenada, pegará reclusão de um a três anos e multa. (GB)

Dia do Jornalista em João Fernandes

André reúne jornalistas, mas não responde pergunta sobre falta de transparência

Coopergeribá pede conscientização dos pais e alunos da rede municipal de Búzios quanto ao transporte de estudantes

Fundada em 04 de março de 1999 a Coopergeribá completou 15 anos desde a sua fundação. Já no início, como relata Sebastião Afonso de S. Moreira, atual presidente da cooperativa, já era feito um trabalho em parceria com a prefeitura, com a administração da época, que se estende até os dias atuais, que é o transporte de alunos da rede pública de ensino. Atualmente num total de 50 carros existentes na instituição, 10 fazem diariamente o transporte de alunos no turno matutino e vespertino, nos bairros de Cem Braças, Capão, Tucuns, São José e José Gonçalves. Essa parceria também se estende da mesma forma a Cooperbúzios, presidida por ‘Geninho Tardelli’, que também faz o trabalho no Bairro da Rasa e adjacências.

O problema apresentado pelos cooperados que transportam alunos da rede pública foi quanto à depredação interna nos veículos causados por alguns estudantes, como pichações nos veículos, em outros casos rasgam os bancos e isso está dificultando o transporte, pois gera prejuízo para os proprietários das vans.

- Queremos cada vez mais prestar um bom serviço à comunidade de Búzios, mas precisamos que pais conscientizem seus filhos para que não destruam o seu próprio meio de transporte. Já teve casos em que determinados alunos urinaram nas vans, quando chegou ao ponto final o motorista ao verificar seu veículo constatou o ocorrido. Por isso pedimos aos pais que nos ajude nessa conscientização e a secretaria de Educação também faça a sua parte, não somente nesses casos, mas nos informando sobre as atividades escolares em outros dias e horários.

O presidente da Cooperativa se refere aos sábados letivos e alguns horários e dias em que alunos solicitam transitar nos veículos da cooperativa fora do habitual e alegam atividades nas escolas onde sequer a secretaria de Educação informa a Coopergeribá que sem ter informação sobre tal situação atípica; os motoristas não têm a ‘obrigação’ de transportá-los criando assim em alguns momentos incompreensão de pais e alunos, gerando até discussões.

Afonso aproveita para mencionar que a cooperativa também tem cunho social, sempre servindo a população com seus veículos em diversas ocasiões quando solicitados pela população seja no transporte de atletas, instituições, enterros e outros. Ainda esse mês em parceria com a Associação de Moradores e Amigos de Cem Braças (AMACEB) também transportará os alunos para o Projeto CircoLo em Búzios, dentre outros projetos.

-Temos também nosso papel social na Cidade e qualquer reclamação inerente ao transporte de passageiros da Coopergeribá os usuários podem ligar para (22) 2623-1155 ou pelo email: coopergeribabuzios@ymail.com - finaliza o presidente.

 

Bancos desrespeitam Lei Estadual que limita horário para atendimento ao usuário

 Com frequência, usuários do sistema bancário de Búzios têm reclamado quanto ao tempo de atendimento nas filas. Segundo a Lei Estadual 4223/03 fica determinado em seu Artigo 1º que agências bancárias situadas no âmbito do Estado do Rio de Janeiro, deverão colocar à disposição dos seus usuários, pessoal suficiente e necessário para que o atendimento seja efetivado no prazo máximo de 20 minutos em dias normais, e de 30 minutos, em véspera e depois de feriados. Foram dados 90 (noventa) dias para que os bancos se ajustassem a nova Lei, como na contratação de funcionários ou transferência dos existentes nas instituições para o atendimento ao cliente, porém, o que se vê, há 11 anos depois da promulgação da Lei, são os bancos continuando com a mesma morosidade nos atendimentos; inclusive não levando em conta os altos lucros anuais que com certeza possibilita um melhor atendimento ao cliente. A Lei em seu Artigo 4º ainda determina que o não cumprimento da Lei, a instituição bancária está sujeita a multa de 10 a 50 mil, UFiR’s.

Evidente que, por uma simples leitura do artigo acima, o tempo máximo para atendimento é de 20 minutos, somente sendo dilatado antes e após feriados, restando, incontestávelmente que o atendimento deva ser realizado neste período. Porém, o que acontece é exatamente o dobro do tempo permitido na maioria dos dias úteis conforme atestam algumas pessoas.

Nossa equipe ficou no Banco do Brasil na sexta-feira (04) no 2º andar, no setor de ‘outros serviços’, com uma senha, do período de 14h00 às 15h30 aguardando, constatando a veracidade das reclamações.

Cristiane Pereira de Souza que estava no mesmo banco na teça-feira (08), para atendimento personalizado na parte superior do banco alegava que já estava a 1h10 aguardando o atendimento com a senha na mão. - São duas pessoas que atendem aqui, mas não conseguem fazer três atendimentos sequenciais. Atendem uma pessoa, levantam, vão resolver uma coisa ou outra e a gente fica esperando. Já teve dia de eu ficar aqui das 15h00 às 16h50, e sair após o horário bancário ser encerrado - disse.

Lucas Xavier, que se encontrava no Banco Itaú na tarde de quarta-feira (16), reclamava da demora e de outro problema. - O Itaú não recebe conta de luz, água ou telefone de pessoas que não sejam clientes, mesmo em dinheiro e nos mandam para outros bancos. Como os outros recebem e eles não podem receber? - Pergunta Lucas.

A gerente do Banco Itaú, Mirian da Costa Viana, alegou que em relação às contas, o convênio com empresas de água, luz e telefone não existe mais, quanto aos clientes do banco poderem fazer esse pagamento, Mirian falou que ‘somente no caixa eletrônico esses clientes fazem o débito da sua própria conta porque ai entra no sistema de compensação bancária. Eu assumi a uma semana, quanto à demora no atendimento, não tenho uma posição ainda, mas vou verificar - disse.

Luiz Antonio A. dos Santos, gerente do Bradesco nos informou a demora no atendimento ocorre raramente, somente em época de pagamento e culpou também a lentidão da internet em Búzios que dá acesso ao sistema bancário da instituição.

Emerson Presto, gerente da Caixa Econômica Federal, disse que a demora no atendimento é normal e ocorre nos dias de pagamento de contribuição social e outros recebimentos que culminam no final do mês.

- Hoje, nós orientamos as pessoas a procurarem os canais alternativos oferecidos pela CEF, como casas lotéricas, internet e outros. Quando a pessoa vem ao banco por algum motivo, às vezes por não querer usar as outras possibilidades de pagamento, a demora acontece, pois tem ainda a questão da prioridade que é uma faixa grande de clientes - falou Emerson.

Ronaldo Dias, gerente geral do Banco do Brasil, alegou que infelizmente nas datas de pico (pagamento de encargos e recebimentos de pagamentos) as filas realmente demoram. O Banco do Brasil tem um atendimento muito expressivo a estrangeiros, o que requer demora, pois se trata de recebimento e envio de valores, dentre outros casos, que requer tempo. Mas estamos tentando orientar nossos usuários para que busquem o atendimento alternativo, assim evita a vinda ao banco’- disse.

As denuncias de não cumprimento da Lei devem ser encaminhadas a Comissão de Defesa do Consumidor nas diversas esferas municipal, estadual ou federal, ou, a pessoa que se sentir desrespeitada no cumprimento da Lei 4223/03, poderá entrar com uma ação pedindo danos morais no Juizado Especial local.

Depois do sumiço dos meios fios a cobrança pela terra

 Depois de ter reclamado o sumiço dos meios fios de sua calçada, o embaixador Sergio Nogueira Lopes passou a ser hostilizado por servidores da empreiteira Rio Orla, responsável pelas obras da Ferradura. O embaixador chegou a reclamar diretamente com o secretário de Obras, Genilson Drumond, mas percebeu que ele teria menosprezado o fato, apesar de ter recebido tempos atrás o título de Cidadão Buziano de suas mãos.

- Dessa vez, os servidores passaram vários dias gritando no meu portão, reclamando propina por terem levado sobra da terra retirada da minha calçada para dentro do meu terreno. O caminhão que fez o frete não era da Prefeitura e foi pago pelo meu administrador na ocasião da entrega. O que os servidores queriam mesmo era extorquir pelas sobras dos meus terrenos. Precisei contratar um segurança particular para afastá-los. O episódio me transmitiu a clara ideia da intimidade que os servidores mantém com os gestores da secretaria de Obras, e o desprezo que eles tem pelos moradores da Cidade, pois apesar de ter sido furtado não recebi um pedido de desculpas sequer – declarou ao PH.

Nogueira Lopes mantém na Ferradura uma reserva ambiental com mais de mil espécies nativas.

O PH tentou ouvir o secretário na noite de sexta feira, mas devido ao horario não teve sucesso. Genilson poderá encaminhar esclarecimentos a redação do PH, para serem publicados.

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